FUTSAL CATARINENSE: CLUBES COBRAM MUDANÇAS

FUTSAL CATARINENSE NECESSITA DE MUDANÇAS NAS FORMAS DE DISPUTAS

Nesta semana, obtivemos nossas especulações do futsal de Santa Catarina em relação á temporada 2015.Primeiro, a desistência do Caça e Tiro de Lages, que com a volta do Internacional no futebol profissional, parece que a cidade de Lages esqueceu do futsal e abandou o Caça e Tiro, que nos últimos anos teve a conquista da Copa Santa Catarina, obtendo vaga á Liga Sul e também a conquista da Taça Catarinense.Outro possível desistência é do Futsal de Rio do Sul, que após perder seu treinador e também alguns jogadores pode se despedir desta temporada.

A verdade é que a Divisão Especial deixa de ser atrativa para os pequenos clubes, pois, as equipe de Liga, disputam o Nacional, que neste ano terá jogos aos sábado, domingos e segundas. Sendo assim, os clubes pequenos que poderiam  faturar diante dos grandes, não poderão jogar aos sábados e sim durante a semana, o que seria sinal de prejuízo para os cofres dos pequenos clubes.Neste momento, confirmando-se a desistência de Caça e Tiro e também do Rio do Sul, a Divisão Especial contaria hoje apenas com 9 clubes, o que já para alguns clubes pequenos não será vantagem a disputa da Especial, podendo assim migrar para a Primeira Divisão.

Já a Primeira Divisão, essa sim poderá ter nesse ano um aumento de clubes participantes com as especulações de sem manterem as equipe participantes de 2014 e também os novos clubes que estudam a participação da competição. Como AD/Saudades, Adesp Pinhalzinho e Mafra que teriam direito subir para a Especial, não mencionaram vontade para isto, acredito eu que a Especial deverá ter mais um ou duas baixas na disputa. A Primeira Divisão deste ano, deve contar com até 15 equipes, tendo assim, de haver mudanças na forma de disputas o qual será avaliada pela Federação Catarinense de Futsal. Mudanças também deverá acontecer na Divisão Especial para que seja mais atraente para os demais clubes e principalmente para o torcedor. Tudo se definirá no dia 20 de fevereiro na sede da FCFS onde se dará o pontapé inicial para a temporada 2015.

Créditos: Jorge Roberto - DRT 006485

ALIÁS, A DECISÃO DE NÃO VOLTAR DO CAÇA E TIRO JÁ HAVIA SIDO ANUNCIADA MUITO ANTES PELO PRESIDENTE DO CLUBE.....LEIA MATÉRIA ABAIXO....

SERÁ O FIM?
Caça e Tiro pode não ter equipe adulta em 2015

Presidente Capela classifica como muito produtivo o retorno da equipe, mas lamenta as dificuldades em se manter o projeto dentro e fora das quadras. Federação Catarinense é o seu maior alvo de críticas.

Durante a premiação dos Jogos Comunitários de Lages, o presidente do Caça e Tiro/Honolulu/FME Lages, José Capela Batalha, voltou a frisar que o calendário de 2015 poderá ser de atividades engessadas quanto ao futsal adulto do clube.
O elevado custo de manutenção da equipe (hoje mais de R$ 50 mil mês), além das supostas consecutivas “derrapagens” da arbitragem em jogos decisivos são alguns dos vários empecilhos na continuidade do projeto, que desde o seu retorno, acumula um vice-campeonato da 1ª Divisão, título da Copa Santa Catarina, Título da Taça Catarinense, Vice da Recopa, Regionais dos Jogos Abertos, além de participação na Superliga. “É um dos projetos mais vitoriosos que Lages já teve, e também um dos mais prejudicados. Principalmente pela arbitragem”, polemizou o dirigente, lembrando que nos jogos em casa, chegou a gastar cerca de R$ 1.100,00 em taxas de arbitragens para ser segundo ele “negligenciado”.
Capela, presidente do Caça e Tiro
“Pode escrever, eu assumo o que falo. Nós fomos prejudicados e não foi só uma vez não, foram várias. O maior despautério da Federação Catarinense foi este ano, quando por diversas vezes escalou árbitros vetados. Resultado: sempre privilegiaram os grandes. Quer um exemplo? Pega o jogo de volta contra o Joinville pela Recopa, fomos operados sem anestesia”, disse, explicando ainda, que o adversário tinha cerca de 10 jogadores de seleção em quadra, portanto, não precisava de uma ajuda extra. Capela afirma ainda, que chegou a remeter emails e realizou diversos telefonemas reclamando junto a federação dos acontecidos, porém nunca teve um retorno plausível da presidência e muitos menos da coordenação de arbitragem, que fizesse pensar num futuro menos árduo para a equipe.

 Apesar dos títulos, equipe adulta pode não voltar em 2015
Retorno das bases
Polêmicas a parte, o dirigente que é apaixonado pela modalidade, ressalvou que aproveitará as férias para repensar o projeto. Primeiro porque o convênio da Fundação Municipal de Esportes repassado ao clube é para cinco modalidades e não cobre nem a metade das despensas. Outra, ele teria que revisitar todos os empresários parceiros do projeto e justificar os prejuízos que o clube acumulou com os erros de arbitragem e também com atrasos nos repasses governamentais. “Eu cheguei a ter sete imóveis em meu nome só este ano e todas as vezes que tínhamos um atraso nos convênios governamentais acabei entupindo do meu bolso. Recebi, porém, bem depois, mas é por esses e outros motivos que vamos sentar com a diretoria sem data marcada e repensar os benefícios da continuidade”, salientou. Por outro lado, Capela adiantou que investir num projeto de categorias de base pode ser o novo caminho do clube. Sua ideia é aproveitar os profissionais Madruga e João Fufu com a categoria sub 15. “Após o retorno das férias vamos realizar algumas seletivas e contratar alguns talentos locais, recomeçar de novo pode ser o caminho mais viável”, finalizou.  

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